O português Luís Miguel Militão, condenado a 150 anos de cadeia, tentou cumprir o resto da pena em prisão domiciliária, mas a Justiça brasileira disse não. O pedido foi analisado este mês e recusado porque o recluso ainda cumpriu apenas cerca de 20% da pena, faltando mais de um século de condenação.
Conhecido como o “Monstro de Fortaleza”, Militão chocou o mundo em 2001 ao organizar o assassinato de seis empresários portugueses, que foram atacados e enterrados ainda vivos após um esquema para lhes roubar dinheiro. O crime brutal levou a uma das condenações mais pesadas aplicadas no Brasil.
Mesmo atrás das grades, o recluso continua a tentar aliviar a pena: além da domiciliária, também pediu autorização para trabalhar fora da prisão durante o dia, regressando apenas à noite — mas esse pedido também foi recusado. Para já, a decisão é clara: o “Monstro de Fortaleza” continua na cadeia.
Fonte: CMJornal
