O caso está a chocar o país: o ex-adjunto do Ministério da Justiça, Paulo Abreu dos Santos, vai continuar em prisão preventiva depois de o Tribunal da Relação recusar o pedido para sair em prisão domiciliária.

Em causa estão centenas de crimes de pornografia de menores e abuso sexual de crianças, num processo considerado extremamente grave pelas autoridades. Os juízes foram claros: existe risco de continuação da atividade criminosa e perigo para a ordem pública — motivos suficientes para o manter na cadeia.
O mais chocante? O arguido queria sair com pulseira eletrónica e aguardar julgamento em casa… mas o tribunal travou tudo.
De figura ligada ao poder… a arguido num dos casos mais pesados dos últimos tempos, a pergunta impõe-se: como é que alguém neste cargo chega a este ponto?
Fonte: Notícias ao Minuto
